O Dia Internacional do Câncer na Infância.

A cada ano, cerca de 12 mil novos casos de câncer infantil são diagnosticados no Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). O Dia Internacional de Luta contra o Câncer Infantil, lembrado em 15 de fevereiro, deixa um alerta. A data visa conscientizar sobre o diagnóstico precoce dos casos na infância e adolescência. Isso possibilita que, até 70% dos pacientes sejam curados e tenham uma vida saudável após o tratamento.  A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que o número de casos de câncer infanto-juvenil deve chegar a 600 mil em todo o mundo em 2030.

Os números assustam, mas também levam uma série de profissionais a investir seu trabalho na acolhida das crianças, tratamento e pesquisa sobre a doença.

Os pais devem estar em alerta para o fato de que a criança não inventa sintomas e que ao sinal de alguma anormalidade, os filhos precisam ser levados ao atendimento médico para relatar a evolução do quadro que, na maioria das vezes, os sintomas estão relacionados a doenças comuns que ocorrem na infância mas, nem por isso, deve-se descartar a visita a um especialista.

O Instituto Nacional de Câncer adverte para sinais de alerta de aparecimento recente. São eles:

  • vômitos acompanhados de dores de cabeça;
  • desequilíbrio ao andar;
  • irritabilidade;
  • dificuldade em se movimentar;
  • dores nos ossos ou nas juntas (articulações);
  • modificação repentina da cor da pele (geralmente pálida);
  • febre frequente ou persistente;
  • perda de peso;
  • fraqueza;
  • sangramento em geral;
  • dores frequentes na barriga;
  • ínguas ou nódulos com crescimento rápido e sem dor, principalmente no pescoço, axílas ou virilhas;
  • suor excessivo noturno;
  • dores de dente sem ter cáries;
  • manchas roxas no corpo ou nas pálpebras;
  • nódulos ou manchas na pele que crescem ou mudam de cor;
  • pressão alta;
  • secreção frequente pelo ouvido;
  • características sexuais adultas precoces;
  • dificuldades de enxergar ou visão dupla;
  • nos olhos: pupila branca ou reflexo de olho de gato.

O tratamento do câncer inicia com o diagnóstico e estadiamento corretos. Considerando a complexidade da doença, deve ser efetuado em centro especializado pediátrico, por equipe multiprofissional, compreendendo diversas modalidades terapêuticas (quimioterapia, cirurgia, radioterapia, imunoterapia, transplante de medula óssea e/ou de órgãos) aplicadas de forma racional, e individualizada para cada tipo histológico específico e de acordo com a extensão clínica da doença.

Considerando que a infância e a adolescência são períodos críticos do desenvolvimento em que, além da formação de hábitos de vida, a exposição a fatores ambientais pode afetar a estrutura ou a função de órgãos ou tecidos, comprometendo a saúde do adulto.

Diagnóstico precoce pode salvar vidas ❤️

Introdução alimentar do bebê

Se tem um assunto que sempre nos preocupa é esse, afinal, é uma nova fase na vida do bebê, temos que ter todas as orientações e informações possíveis para que seja sucesso. Mas hoje você vai descobrir que na verdade não precisamos nos preocupar tanto.

A introdução alimentar é caracterizada pelo primeiro contato do bebê com os alimentos após os seis meses de amamentação exclusiva, seja por leite materno ou fórmula.

E porque somente após 6 meses de idade?

O sistema digestivo e os rins do bebê antes dos 6 meses de idade ainda são muitos imaturos, ficando limitadas algumas de suas funções. Além disso, pode trazer alguns problemas na saúde da criança.

Entre eles:

  •  Reação de hipersensibilidade a algumas proteínas;
  •  Diminuição do aleitamento materno;
  • O rim ainda não tem capacidade de concentrar a urina para eliminar concentrações de soluto provenientes de alguns alimentos.

Como começar a introduzir as famosas papinhas?

O ideal é que você escolha um dia e ofereça a papinha de frutas, no meio da manhã ou no meio da tarde, como se fosse o lanche da manhã e o lanche da tarde. Comece introduzindo as frutinhas mais fáceis e docinhas (evite adicionar açúcar) como mamão, maçã, banana, pêra, caqui, melão, manga, entre outras.

As papinhas salgadas devem ser combinadas com alimentos de todos os grupos alimentares.

Por exemplo:

Grupo energético: Importante para o fornecimento de energia necessária para o crescimento e atividades diárias, além de participar do metabolismo da proteína. Entram nesse grupo a batata, mandioquinha, batata-doce, inhame, mandioca, cará, arroz…

Grupo construtores: são ricos em proteínas. Entram nesse grupo, as leguminosas, como feijão (caldo), ervilha, lentilha, grão-de-bico, carnes (caldo)…

Grupo reguladores: aumentam a resistência imunológica por ser ricas em vitaminas e minerais, além de regular os processos bioquímicos e oferecer fibras. Entram nesse grupo, todas as verduras e hortaliças, como alface, abóbora, brócolis, chuchu, cenoura, beterraba, quiabo, vagem, acelga, couve…

É normal os bebês não aceitarem a primeira papinha. Pense bem, durante longo 6 meses, apenas tomando leite materno (ou fórmula), e de repente, sentir um outro sabor, uma outra textura do que ele já está acostumado. Fiquem tranquilas.

Depois do almoço ou jantar, meu bebê pode mamar?

Sim, pois o leite materno auxilia ainda mais com um aporte de ferro. Estudos mostram que crianças que são amamentadas tem uma absorção de 50% a mais de ferro.

Para ajudar mamães e papais que estão passando por esta fase, separamos algumas dicas valiosas:

  • A papa principal não SUBSTITUI o leite materno ou Fórmula.
  • Não peneire e nem liquidifique, apenas amasse com o garfo.
  • Não utilize condimentos, caldos de carne, embutidos, sal.
  • A papa deve ter a consistência de purê e não de sopa.
  • Evite utilizar alimentos industrializados, molhos prontos, caldo de carnes, entre outros, pois possuem grandes quantidades de aditivos químicos, alto teor de sódio, açúcar refinado.
  • Evite dar mamadeiras. Além de prejudicar a formação dos dentinhos, é um utensílio de difícil higienização. Sirva líquidos em copinho, caneca ou colher.
  • Evite servir leite de vaca, além de ser alergênica em crianças nessa idade, pode causar anemia ferropriva.
  • É necessário que a exposição a alimentos diferentes seja oferecida para que haja uma boa aceitação.
  • É normal, a criança cuspir, chorar, se lambuzar, o que não pode ser interpretado como uma rejeição. Mantenha a calma que no final, tudo dará certo.

Moda praia e cuidados com o bebê!

As férias estão chegando e com ela a chegada do sol e o calor, nada mais gostoso do que praia e piscina. Os dias quentes sempre alegram a criançada, elas gastam energia, brincam e se refrescam na água.

Nessa época tão esperada do ano, é muito importante tomar alguns cuidados que logo falaremos.

Mas antes de tudo, ao arrumar as crianças para este tipo de passeio, qual a primeira coisa que vem à cabeça? Biquínis, sungas e maiôs! 😅 Aqui na lojinha existem vários modelos de roupinha moda praia, separamos alguns para mostrar:

Lindos né?! E além de serem uma graça e uma febre por aqui, pensando na saúde e bem estar dos pequenos, todos os nossos kit praia contém proteção contra raios UV fator 50, mas lembre-se: ele não substituí ou supre o uso de filtros solares.

Temos vários modelinhos para as crianças de 1 a 8 anos, para as meninas, uma variedade enorme de biquínis fofos, lisos e estampados.

Para os meninos: Thor, baby shark, hulk, poderoso chefinho, mundo bita, mickey, carros, homem aranha, pj masks, patrulha canina, homem de ferro, procurando nemo, Luccas Neto, entre outros.

Para meninas: Moana, minnie, baby shark, mulher maravilha, LOL, estampas tie dye, entre outros.

Quanto ao cuidados com o bebê, segundo os especialistas, a idade mais recomendada para levar seu bebê à praia é a partir dos 6 meses. Isso porque, antes desse período, a pele deles é ainda mais sensível à água salgada do mar, o que pode ocasionar problemas como alergias, coceiras e irritações.

Além disso, é a faixa etária em que o bebê já tomou a primeira leva de vacinas e está com a imunidade mais forte. Ainda assim, é necessário tomar cuidados com a pele, a higiene e a alimentação da criança.

1 – Use roupas leves e chapéus:

Ter uma maior atenção com os itens do vestuário do bebê pode deixar os momentos solares na praia mais tranquilos. 

2 Passe protetor solar:

Claro que esse item não poderia ficar de fora da bolsinha preparada quando um bebê vai à praia.

3 Escolha locais adequados na areia:

A criança deve ficar embaixo do guarda-sol e mais próxima da parte úmida da areia.

4 – Faça a higienização adequada:

Você também deve prestar atenção ao tempo em que o bebê permanece com shorts de banho, maiô ou fraldas sujas, principalmente após ter entrado em contato com a areia e/ou com a água salgada. É que a pele pode ficar irritada e ocorrer inflamações como a foliculite — semelhante à picada de insetos.

5 – Ofereça uma alimentação natural:

É indicado levar lanches de casa para comer na praia — procure armazenar e conservar os alimentos adequadamente. Quando a refeição vem de fontes desconhecidas, os riscos de intoxicação aumentam.

Também é importante respeitar os horários de refeição da criança e oferecer muita água a ela. No caso de o bebê tomar mamadeira, é melhor prepará-la no local em vez de levá-la pronta de casa.

Mantendo a alimentação saudável da criança.

Uma alimentação saudável para as nossas crianças é um dos fatores mais importantes para garantir um desenvolvimento ideal, sabemos que é na primeira infância que o desenvolvimento cognitivo, comportamental e físico ocorre, sendo assim, devemos nos atentar nas comidinhas e lanchinhos que preparamos para estes pequenos.  

Fazer com que a criança coma alimentos saudáveis pode se tornar um grande desafio, entretanto, com alguns truques e atitudes diárias é possível introduzir frutas, verduras e legumes no cardápio de forma divertida e prazerosa. 

Como fazer a criança gostar de comida saudável?  

1. Dê o exemplo 

Como a família é a primeira fonte de informação e suporte para a criança, é essencial que o bom exemplo parta dos pais e responsáveis.  

2. Tenha paciência 

É importante oferecer pelo menos três vezes o mesmo alimento quando a criança o rejeita, faça a transição entre alimentos industrializados e saudáveis de forma lenta e gradual. 

3. Deixe-os participar no preparo  

Na hora de preparar o almoço, por exemplo, peça ajuda da criança e deixe que ela explore os ingredientes e temperos. Quanto mais contato tiverem, mais dispostos estarão a experimentar novos sabores. Peça ajuda para lavar e descascar alimentos, preparar receitas de que elas gostem. 
E cá entre nós, comer algo que você mesmo preparou tem outro sabor, né? 

4. Refeições em família  

É tentador jantar na frente da televisão, almoçar em sua mesa, mas incentivar seus filhos a realizar as refeições regulares com você na mesa ajudará a reduzir os lanches e ensinará habilidades valiosas. Participar desse momento com as crianças as estimula a alimentarem-se bem. A comida fica ainda mais apetitosa se estiver bem arrumadinha e com a turma toda sentada à mesa.  

5 . Faça da refeição um momento especial  

Se antes você acrescentava o ingrediente chamado amor, agora está na hora de acrescentar outros dois: criatividade e diversão. O famoso “prato colorido” faz a refeição ficar nutritiva e saborosa! 

Para quem tiver habilidade, dá para criar os personagens favoritos do pequeno. 


 

6 alimentos que irão melhorar a imunidade das crianças nesse inverno.

A época do ano em que nossas crianças mais sofrem com as gripes e resfriados está chegando e junto com ela mudanças bruscas na temperatura e dias muito gelados. Mas com a ajuda de uma alimentação saudável e balanceada, é possível melhorar e muito a imunidade das crianças e não só delas, na de toda a família e o melhor de tudo de uma forma super natural.

Abaixo separamos uma lista com 6 alimentos que irão ajudar muito nessa fase do ano.

Vegetais verdes escuros: brócolis, couve, espinafre

Esses vegetais são ricos em ácido fólico, que ajuda na formação dos glóbulos brancos – os responsáveis pela defesa do organismo.

Castanhas e sementes de girassol, chia, abóbora e linhaça

Recheados de nutrientes como o zinco. O mineral auxilia na defesa do organismo, combatendo doenças como aquelas gripes e resfriados chatinhos.

Feijão, lentilha, ervilha e grão de bico

Essas leguminosas, assim como as sementes, são ricas em zinco.

Gengibre

Essa raiz pode ser um pouco complicada de adicionar no cardápio por causa do seu sabor marcante. Mas é uma boa pedida para sucos e chás. É rico em vitamina C e B6 – ou seja, ajuda a fortalecer o nosso sistema imunológico e tem ação anti-inflamatória, aliviando as dores de garganta.

Inhame

Bem como o gengibre, a raiz é grande curinga na hora de fortalecer as nossas defesas. Além disso, tem ação antioxidante, elimina toxinas e ajuda a prevenir contra a dengue.

Óleo de coco

Pode ser usado no preparo dos alimentos e melhora a absorção dos nutrientes. Assim, ele naturalmente vai aumentar as defesas do organismo.

E é claro que temos alguns outros conselhos que servem para toda nossa vida, e com atitudes simples, podemos melhorar e muito nossa qualidade de vida.

  • Sol: fundamental para a saúde, é importante passar entre cinco e dez minutos no sol, desde que seja antes das 10h ou após às 16h. Dessa forma, fortalecemos o sistema imunológico e ajudamos a absorver a vitamina D.
  • Exercícios físicos: A prática regular dessas atividades é fundamental no combate de infecções virais. Além disso, propicia o desenvolvimento da musculatura e esqueleto das crianças, controla o peso e reduz o colesterol. Ou seja: leve os pequenos para jogar bola, andar de bicicleta e se divertir ao ar livre!